Na Câmara, ADI mobilizada pela regulamentação da equoterapia em Itabirito

por Adm Site publicado 14/08/2019 17h45, última modificação 14/08/2019 18h11
Na Câmara, ADI mobilizada pela regulamentação da equoterapia em Itabirito

Ricardo, Rodrigo, Renê: Mesa Diretora. Foto: Câmara de Itabirito

Está tramitando na Câmara de Vereadores de Itabirito, o Projeto de Lei que regulamenta a equoterapia (reabilitação para deficientes que utiliza cavalos) em Itabirito. Todos os vereadores (de situação e oposição), que fizeram o uso da palavra, mostraram-se a favor do projeto, nesta segunda-feira (12), durante reunião ordinária.

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Pelo projeto, o Município deve assumir os custos desse tipo de tratamento comprovadamente eficaz na melhora do quadro em vários tipos de deficiência. Membros da Associação dos Deficientes de Itabirito (ADI) estiveram na Câmara nesta segundacom o intuito de incentivar os vereadores a votarem a favor do projeto.  

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Na equoterapia, “podem ser atendidas crianças com deficiência física ou intelectual, e todas são beneficiadas de alguma forma. Além do trabalho de força muscular, equilíbrio e coordenação, trabalhamos memória, fala e até a inciativa dessas crianças. Nós buscamos a independência da criança, para que ela saiba tomar uma decisão”, explica Fernanda Racolto Mendes, fisioterapeuta da Associação Equoterapia de Santos, no litoral sul de SP, em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo.

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“O movimento de andar do cavalo tem 95% de semelhança com o do humano. Quando uma criança que não anda está em cima do cavalo, o cérebro dela interpreta aquele movimento como uma caminhada. E essa criança passa a adquirir força muscular na perna, que ela não exercita porque não fica em pé”, destaca a fisioterapeuta.

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“O movimento tridimensional – para frente, para trás e para os lados – é transferido do cavalo para a criança e algumas fazem referência à sensação de caminhar, de liberdade”, conclui Fernanda.

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