Diretor do Saae de Itabirito presta esclarecimentos a vereadores na Câmara

por Comunicação da Câmara publicado 02/05/2019 12h59, última modificação 02/05/2019 12h59
Diretor do Saae de Itabirito presta esclarecimentos a vereadores na Câmara

Nilson, Arnaldo (prefeito), Rodrigo (presidente), Wagner (Saae), Renê e consultores

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Durante reunião ordinária da Casa Legislativa de Itabirito, nesta segunda-feira (29), o diretor do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), Wagner Melillo, conversou com os vereadores.

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O Saae é uma autarquia da Prefeitura. O questionamento mais comum dos legisladores teve a ver com o mais recente reajuste na tarifa de água.

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A explicação completa sobre o reajuste é detalhada. Repleta de números e baseada em estudos. Contudo, em suma, Wagner disse que a tarifa de Itabirito estava defasada e, a comparando com a maioria das cidades mineiras, continua abaixo da média.

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Para se ter ideia, segundo o Saae, atualmente, o valor pago em Itabirito é cerca de três vezes menor que o da Copasa, em Belo Horizonte. “O nosso serviço continua com preço abaixo de outras cidades de Minas, e nosso serviço é bem melhor que a média”, afirmou o diretor.

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Wagner Melillo e pessoas ligadas ao Saae falaram por mais de 1h30 a respeito de situações envolvendo a autarquia.

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Em depoimento ao site da Câmara de Vereadores, o diretor pontuou os três assuntos mais importantes divulgados durante a reunião.

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1 – IMPLANTAÇÃO DA ETE: A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) é uma das obras mais importantes da história do município. “É um marco histórico. A ETE estava praticamente pronta quando deixamos a Prefeitura em 2009. Contudo, em 2011, veio a enchente e a obra parou. Em 2013, quando voltamos à Prefeitura, as obras da ETE continuaram. Depois de três meses, começou a funcionar. No início, era tratado somente 20% do esgoto. Agora, já são cerca de 90%. A situação fica mais evidente quando olhamos, por exemplo, para o Córrego da Carioca e do São José. Ainda há muito trabalho para ser feito. Muitas correções. As pessoas continuam ligando água da chuva à rede de esgoto. Isso precisa ser corrigido”, afirmou o diretor.

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2- CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL – O CCO, segundo Wagner, tirou o Saae da informalidade. Por meio de um sistema computadorizado, é possível detectar anomalias em toda a rede. Por meio do CCO, quando um funcionário vai executar uma ordem de serviço, ele já vai com informações do tipo “profundidade e pressão do tubo a ser ‘mexido’”, se “o local é pavimentado com asfalto ou calçamento” etc.

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3 – UNIDADE DE TRATAMENTO DE RESÍDUO – A UTR é outra conquista recente do Saae de Itabirito. Por meio dessa unidade, o lodo que sai da ETA (Estação de Tratamento da Água), hoje, é tratado. Antes, era lançado no Rio Itabirito (sem tratamento).

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